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  Edição 518  Diretor/Editor: Osias Wurman Sexta, 26 de Maio de 2017


 

 

MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

ÔNIBUS COM MUITAS CRIANÇAS CATÓLICAS É ATACADO NO EGITO

Cairo - 26 pessoas foram mortas no Egito depois que homens armados não identificados abriram fogo em um ônibus que transportava cristãos coptas, no que funcionários chamam de ataque terrorista. Dez assaltantes usando máscaras de rosto dispararam contra os passageiros de três ônibus, segundo informou o Ministério do Interior do Egito à CNN. Os cristãos estavam viajando, nesta sexta-feira, para um mosteiro, São Samuel o Confessor, a cerca de 100 km a noroeste da cidade de Minya, quando eles se viram sob fogo cerrado, disse o ministério. Outros 25 ficaram feridos, alguns dos quais estão em estado crítico, disse o porta-voz do Ministério da Saúde, Khaled Mugahed, à TV estatal al-Masriya. Homens, mulheres e crianças estão entre os mortos e feridos e 50 ambulâncias estão no local, disse ele. O ataque ocorre quando o país ainda está sob um período de três meses de estado de emergência após dois ataques contra igrejas coptas no Domingo de Ramos, no mês passado, que mataram dezenas de pessoas, em ataques assumidos pelo ISIS. Não foi imediatamente claro quem foi o responsável pelo tiroteio, mas cristãos coptas foram alvo de militantes ISIS várias vezes nos últimos anos e a violência em curso desencadeou um êxodo em massa de cristãos coptas de algumas cidades.

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ARTISTA ISRAELENSE GAL GADOT ENTREVISTADA NO “GOOD MORNING AMERICA”

A modelo / atriz israelense Gal Gadot foi entrevistada na Good Morning America da TV ABC, antes da estréia da película “Mulher Maravilha”. Ela falou de seu desejo de se aposentar antes de assumir o papel, a importância de ter modelos femininos fortes e a gravidez durante a filmagem - uma experiência que ela descreveu como mais difícil do que servir nas IDF. Sua filha também fez um cameo durante a entrevista. O filme, dirigido por Patty Jenkins, segue Diana Prince desde sua infância como uma princesa amazônica na ilha de Themyscira, através de seu amor pelo soldado americano Steve Trevor (interpretado por Chris Pine) até que ela se une à guerra contra as forças do mal, na Primeira Guerra Mundial. Também estão estrelando Robin Wright, Connie Nielsen, Lucy Davis, Elena Anaya, Danny Huston, David Thewlis, Ewen Bremner e Said Taghmaoui. O filme estreia em Israel no dia 1º de junho.

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ESTUDANTES ÁRABES-ISRAELENSES PEDEM “INTIFADA” NA UNIVERSIDADE HEBRAICA

Estudantes árabes da Universidade Hebraica de Jerusalém se reuniram em solidariedade com os presos de segurança palestinos, em greve de fome, brandindo fotos de terroristas condenados, enquanto pedindo uma revolta “intifada” contra Israel e a expulsão dos sionistas, segundo o Canal 2 relatou na quinta-feira. A manifestação foi defendida pela faculdade universitária, que disse que o evento foi realizado de acordo com seus regulamentos internos e não violou a lei israelense. A manifestação, organizada pelo ramo estudantil do partido comunista Hadash, viu os alunos gritarem: "Intifada e vitória! De Jerusalém a Asquelon! E vamos falar do exílio! Não queremos ver nenhum sionista.” Alguns estudantes levaram uma foto de Ihrima Majdi Al Rimawi, que foi condenado pelo assassinato, em 2001, do ministro do Turismo Rehavam Ze'evi, em Jerusalém, segundo o relatório. Um guarda de segurança reteve ativistas do grupo de direita Im Tirzu, que tentou organizar uma contra-demonstração, dizendo que eles não tinham permissão da universidade para realizar um rali. Uma declaração da universidade para o canal 2 apoiou os manifestantes do Hadash e criticou os ativistas de direita por tentar envolvê-los. "O evento estudantil em apoio aos prisioneiros famintos foi realizado de acordo com os regulamentos e nada disso constitue uma violação da lei", disse. A declaração acusou os ativistas do Im Tirzu de violarem a política universitária e elogiou o pessoal de segurança por restraí-los. A greve de fome na prisão, que começou no dia 17 de abril, está sendo liderada por proeminentes figuras políticas do Fatah e o condenado à prisão perpétua, o terrorista Marwan Barghouti. Barghouti está cumprindo cinco penas de prisão perpétua por assassinatos cometidos durante a “Segunda Intifada” palestina, ou levante.

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CLUBE JUDAICO DE LOS ANGELES TREINA COMUNIDADE A DEFENDER-SE COM ARMAS

Depois que os pais do médico Cheryl Effron foram brutalmente assassinados, ela decidiu aprender a manejar uma arma. Ela juntou-se ao Bullets & Bagels, um clube de tiro judeu, como uma forma de ajudá-la a seguir em frente. "Eu comecei com o grupo porque minha vida estava sendo ameaçada pelo monstro que assassinou meus pais", disse Effron ao Times de Israel. Embora o autor esteja atualmente preso, Effron antecipa que ele pode ser libertado em agosto deste ano. Sua experiência, embora extrema, é paralela às crescentes preocupações de muitos judeus de meia-idade que anteriormente resistiam à idéia de aprender a se defender com armas, diz o fundador e CEO da Bullets & Bagels , Fred Kogen. Eles procuram "fechar a lacuna entre sua força física e agilidade e potencialmente a de um jovem atlético criminoso", diz Kogen. "Eles estão procurando o melhor equalizador e encontrar no nosso clube um grande meio de realizar a sua meta." O grupo, que oferece "Noshing, Networking, e Shmoozing", atraiu mais de 500 pessoas para sua lista de discussão, incluindo 200 membros atuais pagos, disse Kogen. A organização visa proporcionar à comunidade judaica e outros "um ambiente confortável, supervisionado, sem pressão para experimentar a satisfação e o prazer de aprender a disparar uma arma e aprimorar habilidades de tiro". "É uma quantidade enorme de diversão", diz Jeff Goodman. "É uma ótima maneira de praticar suas habilidades. Se você possui uma arma, você deve ser proficiente e capaz de lidar com segurança. " Sua esposa Deby veste um pino da AIPAC com bandeiras israelita e americana e tem bandeira israelense pintada em sua arma. Ela cita o versículo de Êxodo 13:18, que afirma que os filhos de Israel deixaram o Egito com armas, "porque um povo livre carrega armas", diz ela. "Para ser um atirador, você não tem que ser um conservador. Mas a maioria dos conservadores são atiradores. "

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Guga Chacra
De Nova Iorque
para a Rua Judaica

NÃO EXISTE FÓRMULA MÁGICA NO ORIENTE MÉDIO

Quem está fora sempre acha que tem uma receita para resolver o conflito entre israelenses e palestinos. Agora foi a vez de Donald Trump. O presidente americano acha que possui uma fórmula mágica. Não é o primeiro a achar ser especial e capaz de levar a paz ao Oriente Médio (se bem que ele acha que Israel não é no Oriente Médio), que fique claro. Todos os seus antecessores também avaliaram ter a receita perfeita. George Bush, o pai, até avançou inicialmente. Mas Bill Clinton, Bush filho e Barack Obama fracassaram. 

Caso haja um acordo de paz durante o governo Trump, e isso é bem improvável, terá sido graças aos líderes de Israel e da Palestina, não graças ao presidente americano. Não foi Carter que assinou a paz entre Israel e Egito – foi Sadat e Begin. É fácil falar dos EUA. Mais difícil é fazer quando se está em Jerusalém, Tel Aviv, Ramallah ou Nablus. Todos, inclusive eu, achamos que “temos uma fórmula infalível”. Não temos. 

A chave para a paz está nas mãos de estadistas. Israel teve muitos em sua história, como Ben Gurion, Golda Meir, Menachen Begin, Yitzhac Rabin, Ariel Sharon e Ehud Olmert (respeito muito o Olmert como primeiro-ministro). Pode-se discordar deles e eu discordo em muitos pontos de cada um deles, a não ser de Rabin, a quem admiro quase incondicionalmente. Mas todos eram estadistas. No lado palestino? Yasser Arafat era muito controverso e confuso. Mahmoud Abbas, embora bem intencionado, é extremamente frágil. Qualquer um sabe disso. Abbas não tem força para ser síndico. Seria necessária uma figura como Anwar Sadat. 

Benjamin Netanyahu, ao longo da sua carreira, sempre se preocupou mais em manter o poder do que em avançar em direção à paz. O pior é que Israel e os palestinos sofrem do mesmo mal mundial – ausência de grandes estadistas. Temos quem hoje no mundo? Angela Merkel, talvez. E tem aquelas figuras realmente “fortes”, porém não bem intencionadas, como Erdogan e Putin.

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Hamas chama discurso de Trump de "racista e falso"

Trump declarou que os laços do povo judeu em Jerusalém são "antigos e eternos"

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O porta-voz do grupo islâmico Hamas chamou o discurso do presidente norte-americano Donald Trump de "racista e falso", depois que Trump declarou que Jerusalém tinha "antigas e eternas ligações judaicas".

Em um discurso proferido no Museu de Israel, em Jerusalém, o presidente dos EUA disse que os "laços do povo judeu com a Terra Santa são antigos e eternos". 

Já o porta-voz do Hamas Fawzi Barhoum disse que a declaração sobre a conexão histórica e eterna do povo judeu com Jerusalém é falsa e acrescentou que o discurso foi "racista e cria pilares de um novo sistema de apartheid israelense incentivando o ódio ao povo palestino". Barhoum também afirmou que a política dos EUA está "totalmente alinhada com o sionismo e encorajará a ocupação a cometer mais crimes de violações contra o nosso povo e seus lugares santos".

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Fawzi Barhoum

A declaração veio algumas horas após Trump partir de Israel em sua visita histórica a Jerusalém e a cidade de Belém, na Cisjordânia.

Trump falou em entrevista coletiva, ao lado do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, declarando seu compromisso com a paz entre israelenses e palestinos: "Eu me comprometi a tentar chegar a um acordo de paz entre os israelenses e palestinos", disse.
"Eu tive uma reunião, esta manhã, com o presidente Abbas e posso garantir que os palestinos estão prontos para alcançar a paz. E ao encontrar-me com o meu bom amigo Benjamin, eu digo que ele também busca esta paz. Ele ama a paz, ama as pessoas, ama especialmente o povo de Israel. Benjamin Netanyahu quer a paz". disse Trump.


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A FOTO DO FATO



O embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, recebeu o Chanceler Aluízio Nunes na embaixada de Israel em Brasilia, para comemorar os 69 anos do Estado de Israel.

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IOM IERUSHALAIM - 50 ANOS - FOI COMEMORADO NA SINAGOGA DE COPACABANA

O Rabino Eliezer Stauber, da Sinagoga Kehilat Yakov de Copacabana, promoveu uma animada festa para comemorar os 50 anos da reunificação da Sagrada Jerusalém, a capital de todo povo judeu.

O evento teve a animação do Chazan Shai Stauber que empolgou aos presentes com suas lindas melodias sobre a Cidade de Ouro.

Falaram no evento o Rabino Stauber, o presidente da FIERJ Herry Rozemberg e o Consul Honorário de Israel no Rio, Osias Wurman.

Estiveram presentes a Secretária Municipal e vereadora Tereza Berger e o vereador Marcelo Arar.

Após as apresentações foi servido um jantar israeli para o público que lotou o salão de festas da sinagoga.

 




 

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Trump não menciona "dois Estados" durante coletiva de imprensa na Cisjordânia

Trump se encontrou com o presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas em sua primeira  viagem  ao exterior


Ao lado de Mahmoud Abbas, o presidente Donald Trump, não disse nada sobre  os "dois Estados".

Em uma coletiva de imprensa em Belém, Trump omitiu qualquer informação quanto à solução, muito anunciada, de dois Estados que tem sido uma política consistente apoiada pelos governos americanos nos últimos 30 anos: "Eu me comprometi a tentar chegar a um acordo  de paz entre israelenses e palestinos", disse Trump.

O ministro israelense da Ciência, Ofir Akunis, aplaudiu a decisão afirmando que era "um grande feito para todos os que se opunham ao Estado palestino".

Ao contrário de Trump, Abbas deixou explícito sua vontade para se chegar a uma solução dos dois Estados e ao fim do governo militar israelense sobre os territórios palestinos. Ele disse também estar disposto a trabalhar para avançar o processo de paz.

O presidente dos EUA já havia afastado a ideia de apoiar uma solução de dois Estados. Durante uma visita em fevereiro à Casa Branca, feita pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Trump disse que estava aberto a uma solução de um ou dois Estados: "Eu estou olhando para os dois Estados; Eu gosto de ambos e estou feliz com o desejo deles", afirmou.

Apesar de não mencionar uma solução, o presidente dos EUA discutiu as preocupações palestinas como a sua economia em dificuldades: "Estou ansioso para trabalhar com Abbas, para desbloquear o potencial da economia palestina, o que está muito difícil", disse Trump citando o controle militar israelense sobre a Cisjordânia e Gaza, que afeta os negócios palestinos.

Os dois líderes também condenaram o ataque terrorista em Manchester, no Reino Unido, que deixou pelo menos 22 mortos. Abbas prometeu continuar combatendo o terrorismo numa referência à cooperação de segurança palestina - Israel.

Antes da reunião, dezenas de palestinos se reuniram perto da Igreja da Natividade, onde cristãos acreditam que Jesus nasceu, para protestar contra a visita de Trump. Os manifestantes estiveram lá em apoio às centenas de prisioneiros palestinos que estão em greve de fome nas prisões israelenses.

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Homem idoso é atacado em sinagoga em Los Angeles


Elderly Jewish man beaten (Gary Schlesinger / Facebook)

CLIQUE NA FOTO ACIMA PARA ASSISTIR O VIDEO: Idoso que usava um kippah foi atacado perto da sinagoga, após as orações matinais num bairro em Los Angeles.

O ataque ocorreu na manhã da segunda-feira no Distrito de Fairfax, perto da sinagoga da Congregação Bais Yehuda. Um vídeo de vigilância mostra o criminoso batendo e chutando o homem e  derrubando-o no chão. O assaltante então sai da cena.

A polícia de Los Angeles não classificou este ataque como crime de ódio, mas como um ataque aleatório, segundo informou a KABC.

 

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Monica Lewinsky fala sobre a morte do jornalista Roger Ailes



Monica Lewinsky disse que o sucesso do falecido Roger Ailes na construção da Fox News estava diretamente relacionada à repercussão no caso envolvendo a ex-estagiária da Casa Branca e o então presidente Bill Clinton.

Monica Lewinsky

Ailes o ex-chefe da Fox News, afastado após um escândalo de assédio sexual morreu na semana passada aos 77 anos. “Este é outro obituário de Roger Ailes", disse Lewinsky em um artigo no jornal "The New York Times".

As acusações de Ailes levaram a história de seu caso com Clinton e o julgamento subseqüente ao mundo, fazendo com que os ancoras dos telejornais martelassem-na, sem cessar, durante 24 horas por dia. "Não vamos fingir que a Fox News foi a única rede que cobriu a história. A rede de Ailes foi a primeira a fazer a reportagem, mas sei que outros canais não hesitaram em juntar-se à corrida para este furo de reportagem. A Internet contribuiu também".

"Graças a mulheres corajosas como Gretchen Carlson e Megyn Kelly pode-se mostrar que essa cultura de exploração não se limitava à tela", escreveu Lewinsky, que é judia referindo-se às funcionárias da Fox que denunciaram os assédio no trabalho. "A ironia da carreira do Sr. Ailes na Fox, onde ele aproveitou um escândalo sexual para construir um jogo, e logo depois foi derrubado pelo seu próprio ato."

Lewinsky é editora colaboradora da revista Vanity Fair, além de liderar a iniciativa #BeStrong que combate o cyber-bullying.

Ela destacou em seu artigo que há "alguns sinais positivos de que a geração mais jovem, por exemplo com James e Lachlan Murdoch, querem mudar a cultura que o Sr. Ailes criou", referindo-se aos filhos de Rupert Murdoch, o magnata editorial que criou a rede. 

Lewinsky lembrou de um post da Fox com comentário racista a um empregado afro-americano. O editor foi demitido e elogiou ainda a retirada do anfitrião popular Bill O'Reilly sobre alegações de assédio sexual.

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SodaStream traz 74 palestinos da Cisjordânia de volta ao trabalho

Cerca de 74 funcionários palestinos da SodaStream, que perderam seus empregos quando a empresa fechou sua fábrica na Cisjordânia, em face da pressão internacional, voltaram ao trabalho em sua fábrica no sul de Israel.

As licenças para os funcionários permitindo-os entrar da Cisjordânia expiraram em fevereiro de 2016. O governo israelense concordou em restabelecer as autorizações, após solicitações persistentes da SodaStream em nome de seu CEO Daniel Birnbaum.

"Estamos muito satisfeitos em receber de volta nossos 74 dedicados funcionários palestinos, que agora podem se juntar aos seus 1.500 amigos em nossas instalações de Rahat no Negev", disse Birnbaum. "O governo israelense fez uma coisa honrosa concedendo licenças de trabalho aos nossos funcionários, que agora podem prover suas famílias e também provar que a coexistência é possível".

Em outubro de 2014, a SodaStream anunciou que fecharia sua fábrica em Maale Adumim e se mudaria para o sul de Israel, diante da pressão do movimento BDS, que busca prejudicar a economia de Israel em relação às políticas para com os palestinos. O movimento alegou que SodaStream "discriminou os trabalhadores palestinos e pagou menos do que aos trabalhadores israelenses."

Cerca de 500 funcionários palestinos perderam seus empregos naquela época. Israel deu aos 74 funcionários restantes permissões para entrar no país. A empresa tem agora mais de 1.400 funcionários no parque industrial Idan Hanegev, perto de Rahat.  Um terço deles são árabes beduínos da área circundante.

Os funcionários palestinos saem de casa às 4:30 da manhã, afim de fazer a longa viagem e estar na fabrica a tempo. "SodaStream é a nossa segunda casa", disse Ali Jafar de 42 anos.

 

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Parlamento romeno aprova lei que prevê mais dinheiro para os sobreviventes do Holocausto

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O parlamento romeno aprovou uma lei que vai proporcionar um maior apoio financeiro aos sobreviventes do Holocausto.

"O Fundo" - pagamento mensal de até US$ 97,98 por mês para cada ano de deportação ou detenção, estará disponível, a partir de julho, para aqueles que foram perseguidos na Romênia, entre 1940 e 1945, incluindo os deportados para os guetos e campos de concentração, sobreviventes, refugiados e aqueles que foram presos por motivos étnicos ou retirados de suas casas nesse período. Os sobreviventes que já não têm cidadania romena ou residem no país, bem como o cônjuge de um falecido sobrevivente do Holocausto, se não se casar novamente, também terão direito ao novo beneficio.

A lei foi criada por Silviu Vexler que é membro do parlamento que representa a Federação das Comunidades Judaicas na Romênia, e é vice-presidente do Grupo Parlamentar Romeno-Israel de Amizade e vice-presidente da Comissão de Trabalho e Proteção Social na Câmara dos Deputados: "Esta lei é um gesto simbólico para continuar reconhecendo o sofrimento terrível de pessoas que passaram por momentos sombrios", disse Vexler durante uma declaração na Câmara dos Deputados. "Mesmo que nada possa mudar o que aconteceu no passado, o Parlamento da Romênia faz um verdadeiro gesto de humanidade e dignidade com este ato".

Antes da Segunda Guerra Mundial, a Romênia tinha uma população judaica de mais de 700.000 pessoas. Cerca de 280.000 a 380.000 judeus foram assassinados ou morreram durante o Holocausto, principalmente na Romênia e nos territórios sob seu controle, de acordo com o Relatório Final da Comissão Internacional sobre o Holocausto na Romênia, publicado em 2004.

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Mark Zuckerberg diz que visitas aos Estados americanos não significa que ele está concorrendo a cargos públicos

O CEO do Facebook, Mark Zuckerber disse que sua tentativa atual de visitar todos os Estados dos EUA é apenas para aprender sobre as esperanças e desafios de  pessoas. Isso não é um sinal de que esteja concorrendo a cargos públicos.


Zuckerberg fez a declaração no domingo em um post no Facebook,
durante sua ultima visita em Rhode Island.


"Meu desafio pessoal este ano é visitar todos os Estados americanos em que não passei, para aprender sobre as esperanças e desafios das pessoas e o que elas pensam sobre seu trabalho e comunidade. Alguns de vocês perguntaram se esse desafio significa que estou concorrendo a cargos públicos? Eu digo que não estou."

Zuckerberg disse que o maior objetivo destas visitas é "que nossos relacionamentos nos moldam mais do que pensamos; como consideramos oportunidades? Como processamos informações e como formamos hábitos? Há muita discussão sobre a desigualdade, mas uma dimensão subestimada desta desigualdade está na composição de nossas redes sociais".

Ele disse ainda que a ideia de que "seus relacionamentos moldam seu caminho mais do que percebemos" é uma área em que o Facebook "pode ??fazer a diferença".  Zuckerberg escreveu ainda: "O Facebook tem se concentrado em ajudar você a se conectar com pessoas que você já conhece. Construímos sistemas de inteligência artificial para recomendar pessoas que talvez você possa conhecer. Talvez seja tão importante conectá-los com pessoas que você deveria conhecer - mentores e pessoas fora de seu círculo, que se preocupam com você e podem fornecer uma nova fonte de apoio e inspiração ".

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

TERRORISTAS SÃO PERDEDORES: TRUMP TENTA FAZER “REBRANDING” DO TERROR

TEL AVIV – Não sou, nem de longe, fã do presidente americano Donald Trump. Mas confesso que fiquei impressionada com sua capacidade de vir ao Oriente Médio, uma região que não é para “principiantes”, e sair mais ou menos incólume. Ele foi embora sem causar nenhum grande escândalo. Isso já é uma vitória para um presidente tão controverso, conhecido por não fazer muito uso da diplomacia tradicional. 

E também confesso que adorei um detalhe de um de seus vagos discursos que talvez tenha passado em branco, no Brasil. Ao lado do presidente palestino Mahmoud Abbas, na Cisjordânia, ele condenou o ataque terrorista em Manchester com veemência e disse:

“Não chamarei terroristas de monstros porque eles gostariam desse nome. Eles pensariam que é um ótimo nome. Vou chamá-los de perdedores (‘losers’), porque é isso que eles são. São perdedores. Vamos ter mais deles, mas eles são perdedores. Lembrem-se disso”.

Foi uma grande sacada e uma prova de que Trump pelo menos entende a psicologia do terrorista-lobo-solitário atual, desses que têm aterrorizado o mundo, matando civis na Europa, nos EUA e no Oriente Médio. Eles acreditam que, ao cometer um ataque contra “infiéis”, serão elevados instantaneamente à categoria de “herois” em suas comunidades. É a ideia de “From zero to hero”: alguém que, de ser um nada à esquerda, passa a ser um herói em alguns segundos.

Esses lobos-solitários cometem ataques por uma mistura de ideologia e crise pessoal. Muitos decidem matar “infiéis” depois que brigaram com a família, perderam o emprego ou foram humilhados de alguma forma.

Ao chamá-los de “losers”, Trump tenta transformar o suposto heroísmo em estigma. “Rebrand” o ato terrorista como uma ação covarde e não valente. Trata-se de uma importante tentativa de mudar o imaginário que envolve esse tipo de crime. Só não sei se atingirá o público-alvo relevante. 

Mas, além desse trecho do discurso em Belém, a passagem por Israel e pela Cisjordânia foi tão desprovida de manchetes bombásticas que o que mais chamou a atenção foi o “mãogate” (a recusa da primeira-dama, Melania, em dar a mão para o marido enquanto eles caminhavam sobre o tapete vermelho) e o “selfigate” (a “hutzpá” de mau gosto do parlamentar bad-boy Oren Hazan em tirar um selfie com o presidente). 

Trump fez diversos pronunciamentos e conseguiu não dizer absolutamente nada de novo em nenhum deles. Não divulgou novos planos de paz, não anunciou a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, não exigiu congelamentos na construção em assentamentos, não admitiu a ideia da anexação de partes da Cisjordânia a Israel. Quase não falou a palavra “Jerusalém” para não se atrapalhar em definições sobre a quem pertence.

Nas poucas horas que passou em Belém, na Cisjordânia, não esclareceu aos palestinos se defende a criação de um Estado independente. Não falou a palavra “Estado” e nem a expressão “Dois Estados para dois povos”. O presidente americano usou e abusou da palavra “paz”. Mas não explicou como chegar a ela. 
A visita foi desenhada para não desagradar totalmente ninguém. Se Trump passou uma mensagem de apoio a Israel e ao povo judeu ao visitar o Muro das Lamentações, ele passou uma mensagem de compreensão aos palestinos ao não aceitar que Netanyahu o acompanhasse. 
Se, por um lado, houve certa frustração com o conteúdo vago – e a incrível falta de gafes –, por outro estou certa de que os líderes israelense e palestino também respiraram aliviados. Não ouviram o que queriam. Mas também não escutaram o que não queriam. 
Netanyahu não escutou o anúncio de um novo plano de negociação de Dois Estados para dois povos – algo que certamente levaria a uma crise política, já que há partidos em sua coalizão que são contra a criação de um Estado palestino. E Mahmoud Abbas não ouviu a exigência de que deveria voltar imediatamente a negociar com Israel, o que também o colocaria em maus lençóis diante à impopularidade desse tipo de negociação para boa parte de seu povo. 

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CLAUDIO LOTTENBERG: “O SISTEMA DE SAÚDE ESTÁ FALIDO”


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Líderes Europeus Estão Andando como Sonâmbulos para o Desastre

por Giulio Meotti  •  22 de Maio de 2017

  1. Uma vez que os líderes da Europa não têm filhos, parece que eles não têm porque se preocupar com o futuro do continente.
  2. "Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão". — Douglas Murray, no jornal The Times.
  3. "Nos encontrarmos a nós mesmos se torna mais importante do que construir um mundo" — Joshua Mitchell.

Viver o aqui e agora: os líderes mais importantes da Europa não têm filhos, entre eles estão a chanceler alemã Angela Merkel (à esquerda) e Mark Rutte (à direita), primeiro-ministro da Holanda. (Imagem: Ministro-presidente Rutte/Flickr)

Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como nos dias de hoje. Eles são modernos, de mente aberta, multiculturais e sabem que "tudo termina com eles". No curto prazo não ter filhos é um alívio, já que significa não gastar dinheiro com a família, sem sacrifícios e ninguém para se queixar sobre as consequências futuras. Conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia: "sem filhos, sem problemas!".

Ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa. Os líderes mais importantes da Europa não estão deixando filhos.

Os líderes mais importantes da Europa não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte e o candidato francês à presidência Emmanuel Macron. A lista continua com o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven, o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.

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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
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