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  Edição 566  Diretor/Editor: Osias Wurman Terça, 22 de Maio de 2018


 


 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA





COMANDANTE DA IAF: ISRAEL FOI O PRIMEIRO
NO MUNDO A ATACAR COM O F-35

A Força Aérea de Israel foi a primeira no mundo a realizar ataques com o caça F-35, informou o comandante da IAF. Falando aos comandantes da força aérea estrangeira em uma conferência em Herzliya, o major-general Amikam Norkin apresentou uma foto de um jato israelense F-35 sobrevoando Beirute, dizendo: "Nós atacamos duas vezes no Oriente Médio com o F-35 - somos o primeiro no mundo a fazê-lo.” Norkin também discutiu o ataque iraniano de 10 de maio contra Israel, dizendo que as Forças de Quds dispararam 32 foguetes contra Israel, e não 20 como o IDF relatou anteriormente, provocando uma dura resposta israelense. Ele também disse que os sistemas de defesa aérea da Síria dispararam mais de 100 mísseis contra jatos da IAF enquanto atacavam alvos iranianos na Síria. Forças iranianas estacionadas na Síria lançaram um ataque de foguete contra as bases do exército israelense nas colinas de Golan, provocando uma das mais pesadas barragens israelenses na Síria desde que o conflito começou, em 2011. As IDF inicialmente disseram que 20 foguetes foram disparados, notando que nenhum deles atingiu o território israelense depois de quatro terem sido interceptados pelo sistema de defesa antiaérea Iron Dome e o restante ter pousado em território sírio. O ataque às colinas de Golan, depois da meia-noite, marcou a primeira vez que as forças iranianas atacaram Israel na Síria, onde se aliaram às milícias xiitas apoiadas pelo Irã e às tropas russas para apoiar o presidente Bashar Assad na guerra que já dura sete anos.  Em resposta, as FDI atacaram mais de 50 alvos iranianos, no que o porta-voz das FDI Ronen Manelis definiu como "uma das maiores operações da Força Aérea de Israel na última década". De acordo com Manelis, além de dezenas de alvos da Força Quds na Síria, a IAF também atacou a sede da logística, um acampamento militar e postos de inteligência.

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PALESTINOS CRUZAM A CERCA DE GAZA E
INCENDIAM POSTO DO IDF VAZIO

Um grupo de palestinos da Faixa de Gaza invadiu a cerca de segurança, na manhã desta terça-feira, e atearam fogo a uma posição vazia da IDF do outro lado, informou o Exército. Em resposta, um tanque israelense disparou contra um posto de observação próximo do Hamas, disseram os militares. Os suspeitos atravessaram a cerca a leste do campo de refugiados de Bureij, na Faixa de Gaza. O alvo de seu ataque incendiário foi uma tenda que havia sido usada por atiradores israelenses durante recentes tumultos ao longo da fronteira. O exército disse que estava monitorando "o evento desde que começou". Os suspeitos fugiram de volta para a Faixa de Gaza depois de incendiar a posição. Com poucas exceções, Israel considera o grupo terrorista Hamas, que governa Gaza, responsável por toda a violência que emana do enclave costeiro, independentemente de quem o realiza. As tensões ao longo da fronteira de Gaza têm sido altas, desde 30 de março, o que marcou o início de uma série de protestos violentos ao longo da cerca de segurança, conhecidos coletivamente como a "Marcha de Retorno". Eles alcançaram seu auge na segunda-feira (14/05), quando mais de 40 mil palestinos participaram de um tumulto violento "sem precedentes" ao longo da fronteira, de acordo com o Exército. Milhares de manifestantes queimaram pneus, jogaram pedras e coquetéis Molotov contra as tropas israelenses do outro lado da cerca e, em alguns casos, se envolveram em batalhas armadas com as IDF. De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, administrado pelo Hamas, pelo menos 62 pessoas foram mortas na segunda-feira e centenas foram feridas por fogo vivo. Embora o fim de semana passado tenha sido o mais quieto desde que as revoltas semanais começaram, há oito semanas, os militares permaneceram em alerta máximo na área, devido à preocupação com a situação.

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PRIMEIRO REGISTRO ESCRITO DO ALFABETO SEMÍTICO,
DO SÉCULO 15 AC, ENCONTRADO NO EGITO

Símbolos egípcios recém-decifrados em um ostracon de calcário de 3.400 anos da Tumba de Senneferi, de Luxor, parecem ser a primeira evidência escrita da ordem das letras ABC do alfabeto semítico, segundo um egiptólogo da University of British Columbia. Em seu artigo, “Um duplo abecedário? Halaham e 'Abgad no TT99 Ostracon”, o Prof. Thomas Schneider conclui que um pequeno (aproximadamente 10 x 10 centímetros) floco de calcário de dois lados foi usado por escribas egípcios como um dispositivo mnemônico para lembrar a carta ordens de não uma, mas duas formas de alfabetos semitas primitivos. De um lado do floco está a recente descoberta de Schneider: a transliteração para a escrita egípcia cursiva dos sons que significam o início do alfabeto hebraico de hoje (Aleph, Bet, Gimel). Do outro, uma ordem de cartas contemporânea, embora menos conhecida, chamada “Hala?am”, que foi decifrada em 2015, no mesmo floco de calcário, pelo Dr. Ben Haring, da Universidade de Leiden. O pedaço de calcário é datado da 18ª dinastia egípcia, da escavação da Tumba 99 Teban da necrópole na margem oeste do Nilo em Luxor, conhecida como as Tumbas dos Nobres. O diretor do Projeto Tumbas Cambridge Theban, Dr. Nigel Strudwick, encontrou o objeto em 1995, no que ele chama de “um poço posterior da tumba”, que data de aproximadamente 1450 AC. "A razão pela qual o objeto está no túmulo é realmente desconhecido", disse Strudwick. Ele disse em termos de contexto, que é possível que tenha sido introduzido no poço, há 110 anos, já que a tumba era usada como uma casa em 1907, disse ele. “O ostrakon é, no entanto, aproximadamente da mesma data que o túmulo, a julgar pelo estilo de escrita. Então, poderia ter estado em algum lugar naquela área da necrópole por mais de 3.000 anos antes de acabar onde a encontramos”, disse o arqueólogo Strudwick. Coincidentemente ou não, as primeiras inscrições do alfabeto semítico escrito, muitas vezes chamado de proto-cananita, são encontradas neste local da pedreira do Sinai.

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CONTRIBUIÇÕES DE ISRAEL PARA O MUNDO
GANHAM DESTAQUE EM LIVRO

Enquanto celebra os 70 anos de independência, Israel vê sua longa lista de inovações tecnológicas e contribuições ao mundo ganhar as páginas do mais novo livro do norte-americano Avi Jorisch, membro sênior do Conselho Americano de Política Externa e especialista em História e Filosofia Islâmica. Tu Inovarás: Como a Engenhosidade Israelense Repara o Mundo, escrito a partir de uma experiência própria do autor, não apenas lista as descobertas e invenções israelenses, mas também mostra como um país, mesmo cercado por vizinhos hostis e acostumado a se defender em inúmeros conflitos, consegue encontrar soluções que ajudam a suprir suas necessidades e, ainda assim, contribuir com inovações para toda a humanidade. Em entrevista ao jornal israelense 'The Times of Israel', Jorisch, que nasceu em uma família de sobreviventes do Holocausto e viveu e estudou por muitos anos em Israel, diz como o terror da guerra despertou seu olhar para a capacidade de inovação do país. "Foi no verão de 2014, eu estava lá, durante a guerra de Gaza, quando militantes islâmicos do Hamas lançaram mísseis contra Israel. Eu vi como o sistema de defesa israelense funcionou para interceptar os foguetes. Foram semanas de sirenes tocando o tempo todo, mas minha família, como todo o povo de Israel, encontrou conforto no sistema de defesa. Fiquei maravilhado com esta invenção", disse o autor. Jorisch se refere ao Iron Dome, um sofisticado sistema de radar, inaugurado em 2011, que prevê a trajetória de objetos que representam ameaça e aciona os sistemas de defesa do país. Para escrever seu livro, Jorisch selecionou 15 tecnologias desenvolvidas por Israel em campos variados, como drogas, irrigação por gotejamento, energia solar, defesa, agricultura e segurança cibernética. No livro, que por enquanto é vendido em lojas dos EUA, Jorisch propõe uma reflexão importante: "Não é uma obra sobre tecnologia, é sobre impacto. Todas essas tecnologias já tiveram impacto. E se Israel já contribuiu tanto para o mundo, imagine como seria o país não estivesse constantemente precisando se defender". Israel, que tem uma população de aproximadamente 8,6 milhões de pessoas, foi eleito o 5º país mais inovador do mundo em ranking recente da Bloomberg.

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CANCELAMENTO DE GIL É APOIO AO HAMAS,
TERRORISMO E AO BOICOTE À ISRAEL

De nada valem as pífias explicações do cantor Gilberto Gil ao cancelar sua apresentação em Tel Aviv, programada para 4 de julho deste ano, e para a qual alguns ingressos já foram vendidos. Gil cedeu às pressões dos que querem “sufocar” culturalmente Israel com o boicote de artistas. Acontece que o artista já esteve inúmeras vezes em Israel, conhece a realidade dos fatos na fronteira de Gaza com Israel, mas cedeu ao lugar comum da hipocrisia e enganação popular. Gil enviou esta declaração pífia e pouco verdadeira: “O sentimento geral de todos é de apreensão, uma vez que Israel atravessa um momento sensível. Esperamos contar com a vossa compreensão, já que é um assunto que também é delicado para nós. Amamos Israel e sempre nos sentimos calorosamente recebidos. Haverá outras oportunidades e esperaremos por tempos melhores". Gil pode ser enganado de que tempos melhores virão pois, se depender do Hamas, que hoje voltou a enviar terroristas que invadiram Israel e atearam fogo numa cabana abandonada pelo IDF, o tempo só trará novos atentados e incitamento do terror. Melhor Gil ficar na rede de sua casa, à espera de tempos melhores em seus sonhos.....enquanto Israel cresce e continua a defender seus cidadãos, do terror palestino enfurecido.

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MORRE JORNALISTA ALBERTO DINES
UM ÍCONE DO JORNALISMO BRASILEIRO

O fundador do Observatório da Imprensa, o jornalista Alberto Dines, morreu na manhã desta terça-feira (22) em São Paulo. Segundo a equipe do observatório, Dines morreu no Hospital Albert Einstein. "É com profunda tristeza que a equipe do Observatório da Imprensa comunica o falecimento de seu fundador, Alberto Dines (1932-2018), na manhã de hoje no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Estamos preparando uma edição especial sobre o legado do Mestre Dines a ser publicada em breve", diz nota do Projor, Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo.

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Osias Wurman
Jornalista

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REAÇÃO DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES À VOTAÇÃO NO CONSELHO DE DIREITOS HUMANOS DA ONU

Israel rejeita totalmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que mais uma vez se provou ser um corpo constituído por uma maioria automática anti-Israel, guiada pela hipocrisia e pelo absurdo. Os resultados da comissão de inquérito estabelecida pela resolução do UNHRC são já conhecidos e expostos na própria resolução. É claro para todos que o propósito da comissão não é chegar à verdade, mas sim impedir o direito de autodefesa de Israel e demonizar o Estado judeu.

Repetidamente, o UNHRC ignora flagrantes violações dos direitos humanos em todo o mundo, optando por atacar a única democracia verdadeira no Oriente Médio. De fato, o Conselho adotou mais resoluções contra Israel do que contra todos os outros estados do mundo juntos.


Em contraste com as alegações do Conselho, a grande maioria dos palestinos mortos era formada por membros do Hamas, como os líderes da própria organização terrorista prontamente confirmaram.

Israel rejeita vigorosamente as alegações de que as Forças de Defesa de Israel estão agindo ilegalmente quando cumprem sua missão de proteger as fronteiras de Israel e os civis israelenses.

Israel está agindo legal e corretamente para proteger sua soberania e impedir que uma massa corra até a fronteira com com o objetivo de matar israelenses e cometer ataques terroristas, todos orquestrados pela organização terrorista Hamas.

Israel tem um sistema judicial profissional e independente que já começou a investigar os eventos ao longo da fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, da maneira aceita. Israel rejeita a tentativa de impor uma investigação externa motivada por motivos políticos impróprios.

Israel continuará a defender a si e seus cidadãos tanto contra o terrorismo quanto contra organismos internacionais que tentam impedir seu direito de se defender.

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EXÉRCITO ISRAELENSE RECEBE A PRIMEIRA OFICIAL CEGA

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Mulheres no exército

Hila Meudah, de 24 anos, trabalha atualmente no Ministério Público Militar como assessora jurídica da Força Aérea de Israel, segundo informações do jornal Makor Rishon. O exército pagou seus estudos, na Universidade Bar-Ilan, na área do direito, depois que ela aceitou o convite para servir como oficial.

Meudah nasceu prematura e perdeu completamente a visão, ainda criança. Por conta do problema ela estava isenta de servir ao exército, mas insistiu para se alistar.  A garantia de ter um emprego no exército foi o que atraiu a jovem. “Encontrar trabalho como advogada não é simples, por isso fiz questão em servir ao exército de Israel”, disse a jovem.

O seu cão guia, Niels, é o único animal autorizado a entrar na área do Camp Rabin, em Tel Aviv.

Sua mãe, Esther, dedicou toda sua vida para ajudar Meudah a superar a deficiência visual. Ela se recusou a fazer com que a filha frequentasse escolas especiais, insistindo que ela estudasse em uma escola regular. Isso foi um grande desafio, pois nem todo o material didático estava disponível em braile.

“Mamãe transcreveu e atualizou livros inteiros de matemática em Braile, para que Hila pudesse estudar como todos os outros”, disse Liron, irmã do meio de Meudah. “Ela construiu sua vida fazendo Hila sentir que podia fazer qualquer coisa, não importava o que falassem para ela”.

Esther Meudah leva a filha Hila e o cão guia Niels todas as manhãs, para a estação de trem, de Netanya, onde embarcam para Tel Aviv.

As forças de defesa de Israel têm outros 21 soldados com deficiência visual servindo, mas nenhum deles como oficial.

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A MAIORIA DOS ISRAELENSES QUE APOIOU O EXÉRCITO NO CONFLITO DE GAZA TEM O MESMO SENTIMENTO ESTA SEMANA

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Esta semana tem sido muito difícil para Israel em termos de relações públicas. Os palestinos protestam na fronteira de Gaza, mas a situação piorou, na última segunda-feira, quando militares israelenses dispararam contra manifestantes, matando pelo menos 60 pessoas e ferindo 2 mil.

As ações atraíram críticas de líderes mundiais, organizações de direitos humanos e da comunidade judaica americana, embora os EUA culpassem o agravamento da situação e as mortes, ao Hamas. Israel afirma que está agindo em legítima defesa e mostrou evidências de que muitos dos mortos eram integrantes do grupo terrorista.

Mas, como o público israelense se sente sobre a violência e a resposta de seus militares? Embora ainda não existam pesquisas, os especialistas preveem que as respostas seriam semelhantes às da Guerra de Gaza de 2014: apoio esmagador às ações de Israel.

“Cerca de 80% dos israelenses apoiaram as ações de Israel nessa guerra”, disse Dahlia Scheindlin, especialista em opinião pública e membro grupo Mitvim - Instituto Israelense de Políticas Externas Regionais.

"A maioria dos israelenses, neste momento, está olhando para esses acontecimentos do jeito que eles olham para uma guerra. E a maneira como eles encaram, esta guerra, é que eles se mobilizam em torno das políticas israelenses e do exército", disse Scheindlin, acrescentando que “os israelenses provavelmente não foram movidos pelas mortes de dezenas de palestinos".

Uma pesquisa realizada no mês passado, pelo Israel Democracy Institute, mostrou um grande apoio ao uso de fogo pelo exército contra manifestantes em Gaza, com 83% dos israelenses judeus dizendo que era apropriado. Todos os partidos políticos, com exceção de um, mostraram apoio ao uso de fogo e até mesmo a exceção, o partido de esquerda Meretz, tinha 47% dos entrevistados afirmando que o uso era apropriado.

Os defensores do exército incluem muitos de direita e do centro, que compõem cerca de 55% e 30% dos judeus israelenses, respectivamente, de acordo com Tamar Hermann, diretora acadêmica do Centro de Opinião Pública e Política Guttmann.

Pesquisa no Instituto Israel Democracy.

“Os da direita apoiam as ações de Israel porque veem os manifestantes como uma ameaça real de segurança, apoiada pelo Hamas. As pessoas à direita acham que Israel defendeu com sucesso sua fronteira, contra pessoas que tentaram atravessa-la e interferiram na sua soberania. Um funcionário do Hamas disse que 50 dos mortos pertenciam à organização terrorista. Isso fortalece a visão da direita em apoio à resposta do exército”, disse Hermann.

“Os israelenses centristas, podem ser mais críticos em relação ao tipo de força usado pelo exército e mais favoráveis ??a melhorar as condições em Gaza, do que os da direita, mas ambos os grupos continuam apoiando as ações do exército”, completou.

Enquanto isso, muitos da esquerda, que representam cerca de 15 a 20% dos judeus israelenses, criticam os métodos usados ??pelo exército e acreditam que os manifestantes são motivados por condições de vida difíceis, em vez de apenas querer apoiar o Hamas.

“Na esquerda as pessoas pensam que, mesmo que Israel tenha o direito de defender sua fronteira e mesmo se a forte reação dos militares fosse justificada, eles não deveriam ter usado o tipo de munição que usaram contra o povo, " disse Tamar.

“Os israelenses árabes tendem a ficar do lado dos habitantes de Gaza”, acrescentou Hermann. De fato, a pesquisa de abril revelou que 90% dos árabes israelenses não apoiavam o uso de fogo contra os manifestantes.

Hermann previu que se as baixas em Gaza, não aumentarem, os israelenses verão as ações de Netanyahu como positivas, devido a eventos recentes como o  ataque israelense a uma instalação militar iraniana na Síria, a decisão de Trump de sair do acordo nuclear iraniano e a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém.

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Steven Mnuchin, Secretário do Tesouro dos EUA e Ivanka Trump, filha do Presidente Donald Trump, na cerimônia oficial de abertura da Embaixada dos EUA, em Jerusalém, no dia 14 de maio.

Scheindlin observou que uma pesquisa de 2017, que ela criou para Gisha - Centro Legal para a Liberdade de Movimento, uma organização israelense de direitos humanos mostrou que dois terços dos israelenses acreditam que o bloqueio terrestre, aéreo e marítimo de Gaza abalou a segurança. 

"Quando se trata de uma situação de ameaças militares, ninguém quer ir de encontro à maioria e não porque eles ficariam envergonhados, mas para fazer o patriotismo das pessoas aumentarem”.

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REVISTA BRITÂNICA PUBLICA ARTIGO CHAMANDO OS NAZISTAS DE HERÓIS DO DIA D

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As tropas dos EUA na praia de Omaha durante o Dia D. (Keystone / Getty Images)


Um colunista, de uma respeitada revista britânica semanal, escreveu um artigo enaltecendo a Wehrmacht, as forças armadas unificadas da Alemanha nazista.

A coluna é de Taki Theodoracopulos, um escritor grego que vive em Londres e Nova York. Na coluna,  Taki, como é conhecido, pede aos leitores que sintam pena dos 76 mil alemães que “não treinaram em combate, enquanto lutavam contra 150 mil soldados britânicos, americanos e canadenses na Normandia no Dia D”. Ele visitou o local como convidado do magnata do gás Peter Livanos.

“Pode parecer estranho, eu escrever no The Spectator, sobre uma perspectiva alemã, mas que é justo, é justo. Perguntei aos meus companheiros de que lado eles escolheriam e todos concordaram que as forças atacantes tinham uma chance maior de sobrevivência do que os defensores”, escreveu.


Taki dirige sua própria publicação on-line, a Revista Taki, descrita como um webzine libertário de “política e cultura”, mas que frequentemente se interessa pela extrema direita. 

Em 1998, ele acusou os judeus de "traficar o Holocausto", dizendo que "a insistência constante sobre os alemães parece ser motivada pelo lucro".

A manchete sobre seu artigo do Dia D. mudou durante o dia. A primeira dizia: "Em louvor à Wehrmacht: A verdadeira história do Dia D é o heroísmo dos soldados alemães que estavam em grande desvantagem numérica, mas lutaram nobremente até a morte". Horas depois foi alterado para: “A verdade sobre o Dia D: Não acredite na versão de Hollywood. O fato é que a Wehrmacht era um alvo fácil”.
A coluna de Taki, “High Life”, está no Spectator, desde 1977.


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PESQUISADORES RESTAURAM PÁGINAS SOBRE SEXUALIDADE, QUE ANNE FRANK APAGOU DO DIÁRIO.

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Pesquisadores da capital holandesa recuperaram duas páginas, de um dos diários de Anne Frank, que contêm passagens sobre sexualidade. O conteúdo das páginas permaneceu desconhecido por décadas, porque Frank as havia apagado. Eles também estavam cobertos por folhas de papel pardo.

“As páginas faziam parte de um dos vários diários, escritos pela adolescente judia, durante o período em que ela se escondeu dos nazistas, em Amsterdã”, informou a Casa de Anne Frank, em um comunicado.

A Casa de Anne Frank, um museu localizado no antigo esconderijo de Frank, não citou diretamente o texto que havia sido recuperado. A declaração diz apenas que as páginas incluem quatro piadas, algumas frases riscadas e um texto em que Anne se imagina ensinando educação sexual.

"Os textos do diário mostram que ela havia coletado informações sobre o assunto com seus pais, com sua amiga Jacqueline e de livros”. 

Ela enfatizou a importância da boa e completa educação sexual e não entendia por que os adultos eram tão reservados sobre esse tema. Anne também cita uma conversa que ela teve, com o seu pai Otto, sobre prostitutas.

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A Casa de Anne Frank disse que usou a nova “tecnologia de processamento de imagens, para decifrar as páginas cobertas”.

Os Franks foram capturados pelos nazistas em 1944. Somente o pai de Anne, Otto, sobreviveu. Ele editou e publicou seus escritos, após a guerra, tornando Anne Frank uma das vítimas mais famosas do Holocausto.

Anne Frank escreveu as piadas em 28 de setembro de 1942, apenas três meses depois que a família começou sua estada de dois anos no esconderijo.

"Qualquer um que ler as passagens que foram descobertas, não conseguirá reprimir um sorriso", disse Frank van Vree, diretor do Instituto de Estudos sobre Guerra, Holocausto e Genocídio e que participou da decifração das páginas. “As piadas são clássicas entre crianças em crescimento. Eles deixam claro que Anne, com todos os seus dons, era acima de tudo uma garota comum”.

O Instituto Huygens de História da Holanda também foi parceiro no projeto.

A Casa de Anne Frank abordou considerações morais, ao decifrar um texto que seu autor queria ler. “O diário de Anne Frank é um objeto do patrimônio mundial com grande valor histórico, o que justifica a pesquisa,” disse em nota.

As duas páginas não são as únicas em que ela fala sobre o tema, embora em trechos posteriores ela trate os assuntos com mais maturidade.

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Comentário do PM Netanyahu na abertura da embaixada do Paraguai em Jerusalém

(Comunicado pela assessoria de imprensa do primeiro-ministro)

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e sua esposa Sara, participaram hoje (segunda-feira, 21 de maio de 2018), juntamente com o presidente paraguaio, Horacio Cartes, da abertura da embaixada do Paraguai em Jerusalém. O primeiro-ministro Netanyahu e o presidente paraguaio Cartes revelaram uma placa e assinaram o livro de visitas.

O primeiro-ministro Netanyahu e o presidente paraguaio Cartes realizaram uma reunião privada no Gabinete do Primeiro Ministro, em Jerusalém.

Primeiro-ministro Netanyahu:
 
“Quero começar com uma saudação a um grande amigo de Israel e a um grande amigo meu, o presidente Horacio Cartes Jara, do Paraguai. Obrigado, Horacio. Você é um amigo inacreditável e devo dizer que isso representa a amizade entre nossos países, mas você imprimiu sua expressão pessoal.

“Você veio aqui com uma ótima delegação. Assinamos acordos. Foi uma expressão formal de algo que era informal e do coração. Você veio me ver em Buenos Aires e eu não esqueço disso. E agora você vem aqui para abrir a embaixada.

“Um grande dia para Israel, um grande dia para o Paraguai, um grande dia para nossa amizade. Você fez muito pelo seu país e agora está fazendo algo pelos dois países. E isso segue o exemplo, e eu diria a prática, do Paraguai por muitos e muitos anos.

“O Paraguai ajudou judeus a escapar da Alemanha nazista. Nós nunca esqueceremos isso. Vocês fizeram isso antes do Holocausto, durante o Holocausto e depois do Holocausto. Foi um ato de benevolência e misericórdia que está gravado para sempre em nossos corações.

“O Paraguai apoiou a criação do Estado de Israel, o reconhecimento do Estado de Israel nas Nações Unidas. Nunca esqueceremos disso. O Paraguai, antes, mas especialmente sob sua liderança, assumiu uma posição muito ousada nos assuntos internacionais e se recusou a cooperar com as mentiras dirigidas contra Israel. Nós sempre nos lembramos disso. Obrigado Horacio. Obrigado a você e obrigado ao Paraguai.

“Cooperamos muito e isso vai ficar ainda latente. Enviamos delegações entre nossos dois países. Revi a  lista de todos os visitantes, parlamentares, especialistas e ministros. Está na hora. É hora de fazer muito mais. É hora de deixar a nossa cooperação fluir como a água.

“Estamos discutindo questões como água, agricultura, tecnologia e segurança. Mas estamos fazendo muito e queremos fazer mais. E, por causa disso, você tem não apenas o apoio de nosso governo, mas a profunda gratidão do povo de Israel. Nos lembramos sempre de nossos amigos. E não temos amigos melhores do que vocês. Obrigado Horacio. Obrigado, Paraguai.

   

O president do Paraguai; Horacio Cartes:

"Esta ocasião é de especial significado porque expressa a amizade sincera e a corajosa solidariedade entre o Paraguai e Israel.
 
Do fundo de meu coração, agradeço este país que corajosamente defende seu direito de viver em paz e está construindo um louvável estado economicamente próspero que garante seu futuro e o de seus filhos ".

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Por Marcus M. Gilban
Jornalista
direto de Israel para
Rua Judaica

A NOVA HEROÍNA NACIONAL EM ISRAEL É NETTA BARZILAI

TEL AVIV – "É tetraaa! É tetraaa!". Nunca vou esquecer o Galvão Bueno berrando "é tetra" ao lado do rei Pelé e do Arnaldo Cezar Coelho logo após o Brasil vencer a Copa de 94 com o pênalti perdido pelo italiano Baggio. Eu, que não sou lá tão fã de futebol assim, chorei como criancinha! Acredito que a maioria dos 160 milhões de Brasil à época idem. Comoção nacional. Afinal, foi a primeira vitória em Copa do Mundo para toda uma geração, pois o tri havia ocorrido 24 anos antes.

O tetra é a melhor comparação que eu consigo traçar com a vitória da israelense Netta Barzilai com sua música "Toy" no Eurovision 2018, festival musical europeu cuja final aconteceu na semana passada, em Portugal. Foram 20 anos desde que Israel venceu pela terceira vez com Dana International e sua canção "Diva", em 1998. Nossas vitórias anteriores foram com o clássico judaico “Haleluia” (1979) e "A-Ba-Ni-Bi" (1978). De todas, "Toy" foi a única cantada em inglês.

A verdade é que, assim como o tetra do Brasil, é impossível botar em palavras a emoção e orgulho nacionais em Israel pela vitória da Netta. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (Bibi) tweetou "Você trouxe orgulho ao Estado de Israel" e até imitou uma galinha para as câmeras, em referência à coreografia da música. Memes e mais memes pelas redes sociais. Netta chamou o presidente Reuven Rivlin, um senhorzinho de 78 anos, de "chumud" (fofo) ao vivo em rede nacional ao ser elogiada por ele. Ela foi assunto nas ruas, nos escritórios, nas escolas, no transporte público, em todo lugar. Seu bordão "Kapará aleichem" (uma forma meiga de dizer "amo vocês") ganhou o coração de todos. Um vídeo de Netta cantando "Toy" no sistema de voz do voo de volta Lisboa-Tel Aviv viralizou. Uma multidão recebeu Netta de braços abertos na Kikar Rabin, palco dos maiores eventos públicos de Tel Aviv, onde ela cantou novamente sua canção-chiclete diante do prédio da prefeitura coberto pela projeção da palavra “TOY”.

Você pode torcer o nariz para "Toy" e principalmente aos trechos em que ela imita uma galinha, mas Netta levou o Eurovision 2018 pela sua chutzpá (atitude/audácia), típica do israelense. Roupa esvoaçante, caras e bocas, movimentos bruscos, aquela mexidinha de cabeça que os cantores do Fat Family faziam como ninguém, dançarinos ensandecidos no palco. Netta é extravagante. Ousou. Lacrou. "O objetivo com os barulhos de galinha eram imitar a voz dos covardes, alguém que não se comporta como você gostaria e te trata como um brinquedo", Netta explicou ao site Wiwibloggs.

Com apenas 25 anos, ela é uma vencedora em vários sentidos. Sofreu bullying ao longo de toda a vida por estar sempre acima do peso, mas deu a volta por cima. "Toy" é tida como um hino à liberdade, ao respeito e à mulher inspirada pelo movimento #MeToo. Seu refrão diz "Eu não sou seu brinquedo, garoto estúpido". "A música traz uma importante mensagem: o despertar do poder feminino e da justiça social, envelopados numa vibe colorida e feliz", explicou Netta ao jornal Daily Express.

O nome Netta Barzilai soa duplamente curioso aos ouvidos brasileiros. Em primeiro lugar, "Netta" (em hebraico) não tem relação direta com a palavra "neta" em português. Significa muda, plantinha, vem do verbo “lintôa” (em hebraico). Você pode até dizer que toda neta é como uma mudinha de planta que ainda vai crescer e florescer na vida, mas a origem de “neta”, em português, vem mesmo é do latim “neptu”.

Outra curiosidade: a palavra "Barzilai" (em hebraico) é quase igual a "brazilai" , que significa brasileiro em hebraico. Teria alguma correlação? É possível. “Barzilai” vem de "barzel" (em hebraico) que significa "ferro". E por acaso a coloração amarronzada do ferro é não é similar à do pau-brasil, que deu origem ao nome do nosso país? Ou seja, é possível, sim, que a palavra “Brasil” tenha a mesma origem do sobrenome agora famoso.

A vitória de Netta ganhou uma conotação política natural, derrotando o movimento internacional de boicote a Israel para que os telespectadores votantes dessem nota zero à participante israelense. O tiro saiu pela culatra: Netta teve a quarta maior votação em 63 anos de história do Eurovision. Foram 529 pontos, quase 100 a mais que o Chipre, o segundo colocado. A arte falou mais alto que o antissemitismo. Prova disso é que os países que mais deram votos a Netta foram França, Azerbaijão (nação muçulmana xiita) e a Espanha (país extremamente católico, que no passado expulsou e queimou judeus com a Santa Inquisição e hoje tem o maior número de municípios boicotando Israel em toda a Europa). Bem, sem dúvida que a forcinha que a "Mulher Maravilha" Gal Gadot deu, convocando seus quase 20 milhões de seguidores no Instagram a votar em Netta, teve a sua importância.

Netta arrebatou Israel numa semana repleta de emoções à flor da pele: a tão aguardada inauguração da nova embaixada americana em Jerusalém, a celebração de Yom Yerushalayim e a multidão de palestinos tentando invadir Israel pela fronteira com Gaza para cometer atentados terroristas. Tudo isso poucos dias depois de sirenes obrigarem a população civil no extremo norte do país a proteger-se em bunkers após mísseis iranianos lançados a partir da Síria serem interceptados por Israel ainda no ar.

A vitória da gordinha marrenta alçada à posição de heroína do país vai ser talvez ainda mais impactante daqui um ano. Ao receber o prêmio, ela repetiu o lema judaico milenar: "Bashaná habaá beYerushalayim" (no ano que vem em Jerusalém). É que Jerusalém, capital do país campeão de 2018, sediará o Eurovision 2019.

Kapará alaich, Netta! Nós também te amamos!

VÍDEO - Netta - Toy - Israel Winner Eurovision 2018
https://www.youtube.com/watch?v=84LBjXaeKk4

VÍDEO – Anúncio da vitória de Netta Barzilai
https://www.youtube.com/watch?v=6oSQ9etFKSc

 

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PROGRAMA “MOVIMENTO PENTECOSTAL” EXIBIDO PARA O BRASIL PELA REDE TV MOSTROU A HOMENAGEM AOS 70 ANOS DE ISRAEL E AO EMBAIXADOR YOSSI SHELLEY

 

 


ASSISTAM A PARTIR DOS 36:00:00 MINUTOS

http://www.cpadnews.com.br/video-news/44253/
programa-movimento-pentecostal---11.html

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Israel defende a repressão de Gaza como autodefesa: "Estamos salvando a vida humana"

https://www.jta.org/wp-content/uploads/2018/05/GettyImages-958876468.jpg

Apesar da crescente condenação pela morte de 60 palestinos, na fronteira de Gaza, Israel defendeu as ações de seus militares como um ato de autodefesa diante de um ataque em massa.

"Não queríamos que acontecesse, mas entendemos que essas eram as intenções do Hamas", disse Dani Dayan, Cônsul geral de Israel em Nova York. 

"Nós não iremos embora. Nós defenderemos nossa fronteira. Nós defenderemos nossa população. Se eles invadirem as comunidades israelenses, teremos que tomar medidas muito mais duras. Ao fazer o que fizemos, estamos salvando a vida humana”.

Esta semana, palestinos invadiram a fronteira de Gaza como parte de uma série de protestos pela Marcha de Retorno. Os manifestantes disseram que estão se opondo ao bloqueio israelense na Faixa e pressionando retorno dos palestinos aos seus “lares”.

Israel diz que o protesto “é uma invasão do Hamas, o grupo militante que governa Gaza, e que isso coloca em risco a vida israelense e a segurança comunitária”.

Na segunda-feira, palestinos atacaram a fronteira, alguns carregando armas. Israel respondeu com gás lacrimogêneo, canhões de água, balas de borracha e fogo. Mais de 60 palestinos foram mortos e milhares ficaram feridos.

A primeira página do New York Daily News mostrava a foto de uma sorridente Ivanka Trump, ao lado de uma foto da guerra em Gaza e a manchete: Daddy´s Ghoul.


O escritório de direitos humanos da ONU condenou Israel pela "terrível violência de segunda-feira". A chefe de política externa da União Europeia, Federica Mogherini, pediu a Israel que respeite o "princípio da proporcionalidade no uso da força e respeite o direito à paz”.

“Não espere que Israel diga que sente muito. Autoridades israelenses dizem que seu país fez a coisa certa e se isso acontecer de novo, eles farão novamente o mesmo caminho”, disse Dayan. “O objetivo era invadir Israel, violando a cerca de Gaza e entrando em cidades israelenses que estão a poucos metros da fronteira. Os soldados nunca atiram em civis desarmados”.

Ele apontou para evidências de que alguns manifestantes carregavam bombas improvisadas e cortadores de arame. Dayan mostrou um vídeo de um líder do Hamas, que gritava: “nós arrancaremos seus corações de seus corpos".

“Ter uma violação de mil palestinos armados, no jardim de infância de um kibutz é um perigo iminente. Aquelas eram pessoas que estavam tentando quebrar a cerca e para isso não há tolerância". Israel afirmou que 24 das 60 pessoas mortas eram integrantes do Hamas. 

Esta não é a primeira vez que Israel teve que lidar com uma corrida às suas fronteiras. Em maio e junho de 2011, manifestantes invadiram as fronteiras do norte de Israel, vindos da Síria e do Líbano. Dezenas de pessoas morreram nesses confrontos.

De acordo com uma pesquisa do Instituto Israel Democracy, os israelenses concordam com a postura de seu governo. 83% dos judeus israelenses e 70% dos israelenses em geral, disseram que a política de Israel, de abrir fogo contra a fronteira de Gaza, era apropriada. Os israelenses também deram apoio, quase unânime, às ações militares anteriores em Gaza.

Dayan acusa o Hamas pelas mortes, dizendo que “o grupo terrorista queria distrair os moradores de Gaza de sua terrível economia, transferindo a culpa para Israel”. 

Israel retirou seu exército e colonos de Gaza em 2005 e depois que o Hamas venceu as eleições palestinas, em 2006, Israel e Egito iniciaram um bloqueio da Faixa, apesar de permitirem a entrada de bens humanitários.

O Hamas e outros grupos terroristas continuaram bombardeando Israel com mísseis, nos anos seguintes. Em resposta, Israel lançou três operações militares em Gaza, em 2008, 2012 e 2014.

" Yahya Sinwar envia seu povo, seus filhos e suas mulheres para a fronteira para serem mortos", disse Dayan. “Como a situação em Gaza é extremamente difícil, o Hamas decidiu, como muitas ditaduras, direcionar a culpa para outros lugares”, completou.


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Onde encontrar a melhor comida judaica em Londres?


As novas comidas judaicas tomaram conta de Londres nos últimos anos.

A cozinha judaica vem com uma história e uma infinidade de sabores com pratos que são, ao mesmo tempo exóticos e familiares. A verdadeira essência desses sabores é a fusão de pratos Ashkenazi, do Leste Europeu, com os temperos das tradições judaicas sefarditas e do Oriente Médio. O resultado é pura felicidade.

De "Ashkenazi Chicken Liver", de Barbary e "Hanukkah Brisket Hash" do Good Egg, ao "Ox-tail Falafel" de Bala Baya, a nova cozinha judaica de Londres combina o melhor de ambas as heranças.

Aqui estão os cinco melhores lugares, para provar comida judaica, digna de Londres.

The Barbary

Se você está sentindo falta das ruas de Jaffa, vá para a Barbary. Escondido no Neals Yard, de Covent Garden, existe um único bar com capacidade para 24 pessoas, que serve pratos deliciosos de inspiração israelense. Claro, sem reservas você terá que fazer fila, isso é “espera na fila”.

O cardápio reúne influências da costa de Barbary à Jerusalém e as favoritas são: "couve-flor Jaffa" e "Octopus Mashawsha". Não podemos esquecer os beigales de Jerusalém, servidos com za'atar, que são mastigáveis por fora e fofas por dentro. Uma delícia.

 

Bala Baya

O chef Eran Tibi, orientado por Yotam Ottolenghi criou uma fatia de Tel Aviv no coração do Southwark, de Londres. Enérgico, barulhento e movimentado, a atmosfera e as bebidas são diabolicamente boas, um complemento perfeito para a comida saborosa, fresca e assustadoramente deliciosa. 

Para o jantar, couve-flor banhada em iogurte, humus e malabi derretido  são alguns dos melhores pratos para pedir. E se você é um amante de peixe, experimente o peixe com erva-doce. Para o brunch, vá para o shakshuka, um dos melhores que Londres tem a oferecer.

Endereço: Arch 25, Old Union Yard Arcos, 229 Union St, Londres 
Visite o site: https://balabaya.co.uk/

 

 

The Good Egg

Paredes brancas, prateleiras preservadas e beigale saindo da cozinha, o The Good Egg é favorito para um brunch. 

Localizado em Soho e Stoke-Newington, combinam harmoniosamente pratos de Tel Aviv com os clássicos de Nova York. Se você estiver com vontade de comer uma fatia grossa de chalá ou um sanduíche de sabich vá para o The Good Egg e você não vai se decepcionar.

Endereço: Stoke Newington Church, 93 Stoke Newington, Londres ou Térreo, Kingly Court, Kingly St, Soho, Londres 
Para mais informações https://www.thegoodegg.co/

 

Monty’s Deli

Londres precisava de Monty's Deli, pois ao contrário de Nova York, infelizmente não temos uma infinidade de ofertas judaicas de "estilo delicatessen". Para o brunch, um beigale recém-assado e babka. À noite eles investem em menu, “Jantar de Shabat”, com chalá, canja, ovo picado e lokshen, para citar apenas algumas das opções.

Endereço: 227-229 Hoxton Street, N1, Londres
Para mais informações visite https://www.montys-deli.com/

 

Zobler’s Deli & Diner

Instalado no que costumava ser a sede da Midlands Banks, o Zobler's fica no recém-inaugurado e ostentoso hotel, The Ned. 

Em contraste com o seu vasto e elegante ambiente de mármore, esta delicatessen judaica de estilo nova-iorquino, consegue servir uma sopa de galinha e torres de salmão. 

Uma obrigação para o brunch ou lanche da tarde, especialmente se você está desejando por uma fatia de cheesecake como sobremesa.

Endereço: 27 Poultry, London EC2R 8AJ
Para mais informações visite https://www.thened.com/restaurants/zoblers


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Fumaça e Espelhos: Seis Semanas de Violência na Fronteira de Gaza


por Richard Kemp

  • O uso pelo Hamas de fumaça e espelhos para esconder suas manobras agressivas na fronteira de Gaza é a metáfora perfeita para uma estratégia que não tem propósito militar viável, mas busca enganar a comunidade internacional para criminalizar um Estado democrático que defende seus cidadãos.
  • Os alvos prioritários do Hamas: ONU e a UE, ONGs, autoridades governamentais e a mídia, acolheram de bom grado as ações do Hamas. Por exemplo, a manchete do Guardian: 'o uso de força letal para intimidar manifestações não-violentas de palestinos', distorce flagrantemente a realidade violenta que salta aos olhos de todos. Da mesma forma, a ONG Human Rights Watch afirma que estamos vendo um movimento para "confirmar o direito internacional de retorno dos palestinos".
  • Na realidade, essas manifestações estão longe de serem pacíficas e não priorizam o assim chamado "direito de retorno". Pelo contrário, são operações militares cuidadosamente planejadas e orquestradas, destinadas a romper a fronteira de um Estado soberano e cometer assassinatos em massa nas comunidades e além, usando seus próprios civis como cobertura. O objetivo: criminalizar e isolar o Estado de Israel.
  • O Hamas planeja atingir o máximo de violência na fronteira de Gaza em 14 ou 15 de maio, coincidindo com o 70º aniversário da declaração do Estado de Israel, a abertura da embaixada dos EUA em Jerusalém e o início do Ramadã, uma tempestade perfeita.

LEIA A INTEGRA DO ARTIGO EM:

https://pt.gatestoneinstitute.org/12336/
violencia-fronteira-gaza

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CARTA DE LEITOR

É com muito orgulho que dedico minha conquista (medalha de ouro) no Campeonato Panamericano de Taekwondo ITF (categoria: idade acima de 50 anos e faixa abaixo da preta), ocorrida em 17 de maio em Santos, aos 70 anos de existência do Estado de Israel.

Bernardo Segal - bernardo.segal@gmail.com

 

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Jornalista Responsável:
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